sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Como ensinar ciências com alimentos?

Os alunos tendem a rotular algumas disciplinas como difíceis, cansativas e até chatas. E dentre todas, a área de ciências é a que eles mais tentam evitar. Na tentativa de mudar essa ideia pré-concebida dos estudantes, os professores buscam novos métodos de ensino. Uma forma muito interessante de alcançar esse objetivo é ensinar ciências com alimentos.
Afinal, é preciso explorar os conteúdos aproximando-os da realidade de seus alunos, pois aprender não é apenas dialogar com seus interlocutores. O conteúdo precisa ser trabalhado de forma mais contextualizada, onde se busque uma abordagem que tenha mais significado para a vida do aluno, que promova a sua interação e que favoreça a busca por resoluções das situações-problema.
ciência deve ser valorizada, a sua importância deve ser mostrada nas suas abordagens práticas e teóricas apontando a sua relevância no cotidiano de seus alunos. Para que isso aconteça, pode-se fazer uso de experiências demonstrativas-investigativas utilizando os alimentos para tal fim.

Como ensinar com alimentos?
alimentação é um dos temas estudados nas escolas em diversas séries. No entanto, quando os alunos são interpelados sobre esse assunto, eles demonstram que não estão de posse desse conhecimento. Um dos motivos é o fato do ensino ser trabalhado em caráter conteudista, onde se alternam a explicação entre conteúdos e exercícios.
No entanto, é possível fazer uma abordagem diferente e mais instigante para os estudantes. As experiências são perfeitas para abordar os mais variados temas em apenas um único experimento e, como se está praticando e colocando os fatos no dia a dia dos alunos, a aprendizagem se torna mais efetiva e interessante.
Um bom exemplo é o experimento que obtém o perfume da canela e do cravo-da-índia utilizando-se solvente. Dessa forma, é possível trabalhar em sala de aula os conceitos de extração, solubilidade, solvente e soluto. E ainda tem-se a possibilidade de relacionar esses conceitos com a obtenção dos perfumes e chás.
Ou seja, o ensino das ciências com alimentos pode ser muito proveitoso fazendo-se experimentos. Dessa forma, tem-se a possibilidade de abordar mais de um conceito em apenas um experimento e isso torna a aprendizagem e a abordagem muito mais simples e interessante.
Como a ciência se relaciona com os alimentos?
Na antiguidade o homem precisava correr atrás de sua comida para poder se alimentar. Com o passar dos tempos, a ciência avançou tanto que ela é capaz de recriar os alimentos.
relação entre ciência e alimentos é tamanha que existe um ramo multidisciplinar das ciências biológicas que é responsável por estudar a composição, processamento, deterioração, conservação, qualidade, elaboração e comercialização dos alimentos que estão a disposição do consumidor. Ela é conhecida por Ciências dos alimentos.
Ciências dos Alimentos tem por objetivo estudar todos os aspectos do alimento desde seus aspectos físico-químicos ao seu poder de nutrição, passando ainda pela gestão de qualidade, logística, legislação, marketing e sensorialidade.

Experimentos científicos para fazer com alimentos
Realizar experimentos científicos com os alimentos pode ser muito simples. Uma ótima forma de fazer isso em casa é buscando entender o porquê dos bolos crescerem quando o fermento é adicionado a sua massa.
Para esse experimento são necessários 3 copos médios que tenham uma capacidade aproximada de 200 ml, leite, farinha de trigo, açúcar, fermento biológico e fermento químico em pó.
Para realizá-lo é muito simples:
·         Separa-se os 3 copos identificando-os;
·         Em um deles coloca-se 2 colheres de farinha de trigo, 1 colher do fermento em pó, 15 ml de leite, 1 colher de açúcar;
·         No segundo copo coloca-se 2 colheres de farinha de trigo, 1 colher de açúcar, 15 ml de leite, 1 colher do fermento biológico;
·         No ultimo copo adiciona-se 15 ml de leite, 1 colher de açúcar, 2 colheres da farinha de trigo;
·         Os três copos devem ser postos em banho-maria por cerca de 30 minutos em uma temperatura próxima a 50 graus.
A partir daí, percebe-se que onde o fermento químico está presente há um aumento no tamanho do bolo sendo que, onde ele não está presente, esse aumento não é perceptível.
Como fazer experimentos científicos em casa?
Diversos experimentos científicos podem ser feitos em casa devido a facilidade e simplicidade de realizá-los. Para realizar os mais variados experimentos pode-se utilizar materiais que estão presentes no dia a dia de cada um: copos, pepino, água, sal, solução fisiológica, fermento e leite são alguns dos materiais que podem ser usados para realizar alguns experimentos simples.

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/como-ensinar-ciencias-com-alimentos, em 12 de agosto de 2016.


6 dicas para ser um bom professor de inglês

A heterogeneidade em sala de aula é uma realidade em qualquer escola do mundo e o desafio para se adaptar aos conteúdos a todos é grande.

Conduzir uma aula e manter o interesse de toda a turma não é um trabalho fácil, principalmente se for uma aula tradicional, dentro de uma sala de aula, com todas as características tradicionais e em uma língua estrangeira desconhecida por boa parte dos alunos. Cabe desta forma, aos professores deste idioma se desdobrarem para descobrir como adaptar suas aulas de inglês para todos os alunos.
Métodos para aperfeiçoar suas aulas de inglês
Cada aluno tem um ritmo e as turmas são quase sempre muito heterogêneas, porém, mesmo dentro de um espaço e metodologia tradicionais, é possível criar aulas mais dinâmicas prazerosas para a grande maioria dos alunos, mesmo para aqueles que têm dificuldade na língua inglesa.
Algumas metodologias conseguem quebrar a monotonia e deixar os alunos muito mais participativos, como o uso dos audiovisuais com as séries e filmes que fazem sucesso, ou livros que estão entre os best sellers, por exemplo.
Aulas de inglês a partir de livros e filmes
Os educadores sempre incentivam o hábito da leitura, porém no ensino da língua inglesa, muitas vezes, o professor precisa fazer um esforço extra para que os alunos leiam até mesmo pequenos trechos neste idioma. A escolha de textos que despertem o interesse é o primeiro passo. De acordo com a idade dos alunos, pode-se utilizar guias de viagens, artigos sobre esportes ou livros populares que agradem ou despertem a curiosidade da maioria.
Os recursos audiovisuais são excelentes ferramentas para o ensino da língua inglesa. Por meio de filmes e séries é possível ensinar a pronúncia correta e as expressões mais usadas ao mesmo tempo em que os alunos podem rever cenas de suas séries preferidas ou conhecer outras tantas famosas e comentadas, com suas narrativas, espaços físicos e personagens, que podem servir de inspiração para muitas outras atividades de pronúncia e produção textual, ligados à dramaturgia ou não.
Existem inúmeros canais do YouTube que fornecem estes conteúdos com legendasem português e inglês, além das pronúncias corretas, gírias, expressões e explicações gramaticais.
Como dar aula de inglês
Conheça agora algumas dicas de metodologias que podem contribuir para que a aula de inglês ocorra com maior interesse e participação, utilizando textos, livros ou até mesmo vídeos como metodologias:
·         Assuntos atuais: é sempre interessante contextualizar o conteúdo com algum interesse geral e atual, que esteja de alguma forma ligado aos interesses dos alunos. No caso do estudo da língua inglesa, a utilização de letras de música, cenas de filmes, trechos de notícias ou entrevistas, por exemplo, quando relacionadas ao universo dos alunos, são capazes de atrair a atenção e dar mais sentido à necessidade de compreender seus conteúdos;
·         Considere a idade da turma: a grande maioria dos garotos e garotas de 12 anos, por exemplo, não querem mais serem tratados como crianças. Portanto, os assuntos relacionados à pré-adolescência e suas mudanças são mais adequados. No entanto, não há necessidade de se utilizar um conteúdo denso demais e nada lúdico. O uso de textos divertidos e curiosos sobre a cultura de países da língua inglesa, ou pesquisas dentro destes temas podem ser de interesse geral e possibilita que cada aluno busque o texto mais adequado à sua compreensão da língua;
·         Ouça todos os alunos: durante as aulas faça perguntas curtas e simples, em inglês. Perguntas que possam ser respondidas com poucas palavras ou sentenças pequenas, no entanto que se relacionem ao conteúdo que já foi estudado e que os alunos já compreendem com facilidade. Pergunte a alunos diferentes e objetive a participação de todos. Esta pode ser uma ótima oportunidade de testar o nível de conhecimento dos alunos e de avaliar a participação individual;
·         Faça leituras coletivas: após uma leitura silenciosa na qual os alunos fazem o primeiro contato com o conteúdo e começam a traçar suas estratégias de antecipação e tradução do texto, faça uma leitura coletiva. Leia devagar e proponha a leitura em voz alta aos alunos. Incentive os mais tímidos a lerem também, mesmo que seja um pequeno trecho ou título. Pode, por exemplo, ser feita uma leitura de história em quadrinhos com a distribuição ou revezamento dos personagens entre os alunos;
·         Explore o texto com os alunos: após a leitura individual pode-se também explorar o texto com os alunos perguntando quais são os vocábulos que eles ainda não conhecem e qual poderia ser a tradução que se adequaria ao contexto da mensagem. Pergunte aos alunos quais são as palavras chave que aparecem no texto, induzindo-os a buscarem o assunto principal sobre o qual o texto se desenvolve e desta forma a tradução ir se completando e ganhando sentido;
·         Deixe a gramática para o final: depois que os alunos já se familiarizaram com os termos vistos, lidos e contextualizados e com a tradução correta, é hora de explicar a gramática usada na construção do texto. Nesta ordem os alunos já se familiarizaram com as novas palavras e expressões e a atenção recai apenas sobre as questões gramaticais.


Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/6-dicas-para-ser-um-bom-professor-de-ingles, em 12/08/2016.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Diferentes formas de abordar a informática em sala de aula

Infelizmente são poucas as escolas que oferecem aos alunos aulas de informática, por esse motivo os professores não encontram muitas dicas e conteúdos dessa matérias para ajudar no ensino e dentro da sala de aula. Se você é professor de informática e quer aprender novas formas de abordar a informática na escola, acompanhe nosso artigo.
Para começar é importante ensinar o básico, você não precisa ensinar a ligar o computador ou abrir um programa, isso toda criança e adolescente já sabe, mas o básico de como criar uma capa de trabalho ou fazer margem nas regras da ABNT, por exemplo, é importante e vai ajudar os alunos. É importante que você crie um cronograma para facilitar, anote tudo o que você achar necessário ensinar aos alunos e monte um cronograma a partir disso. Vamos mostrar alguns pontos importantes que você deve ensinar também.

Qual a importância de dar aulas de informática

Dependendo da idade da sua turma, muita coisa os alunos já vão saber, mas você, como professor de informática, não pode ensinar só o básico e o que eles sabem. Atualmente, as crianças já crescem sabendo ligar um computador e entrar na internet, mas a função dessa máquina vai muito além.
Saber usar as ferramentas do computador, saber como ele funciona e como trabalhar nos programas mais básicos que existem é necessário até mesmo para o mercado de trabalho. Se uma pessoa não sabe usar o Excel, por exemplo, pode encontrar dificuldades para conseguir um emprego na área de finanças que usa muito o programa. Essa é uma situação muito simples que mostra a importância de ensinar informática na sala de aula.
Por isso, se você é professor de informática, não deixe seus alunos a vontade e brincando durante a aula, eles precisam ter aula de verdade, eles precisam aprender e, quanto mais programas souberem usar, melhor será. Por isso, vamos mostrar o que você pode ensinar para seus alunos e o que é importante para a formação acadêmica e profissional deles.
Para começar você deve pensar na idade dos seus alunos, as crianças podem aprender o básico de um programa como Word, os maiores podem ter aulas mais avançadas, o cronograma que você vai fazer deve ser pensado para cada idade. Se o projeto de informática na sua escola começou agora é importante avaliar também o que será ensinado ao longo dos anos, os alunos não podem aprender sempre a mesma coisa, a informática tem um universo muito amplo e você, como professor, deve explorar juntamente com os alunos.
Os conteúdos que não podem faltar nas aulas de informática são como usar Word, Excel, Power Point, bloco de notas e programas nesse estilo, você pode começar com o básico e, no decorrer dos anos, avançar. É interessante também mostrar como deve ser feito um trabalho, como fazer uma capa e como colocar tudo segundo as regras da ABNT. Ensine também qual a melhor forma de fazer uma apresentação no Power Point, tudo isso vai ajudar seus alunos.
Aborde também temas importantes como internet e redes sociais, suas aulas não precisam ser sempre na sala de informática, alguns assuntos podem ser abordados na sala de aula comum mesmo. Assuntos como conversar com desconhecidos pela internet, divulgação de informação pessoal, entre outras coisas também podem ser abordadas nas aulas de informática. O seu papel como professor de informática vai muito além do que imagina.
Esse é um dos motivos da informática ser tão importante na escola. Você pode abordar essa matéria de diferentes formas, pode ensinar como usar um programa, pode falar sobre assuntos que envolvem a informática como o que citamos acima e pode até falar sobre profissões que estão relacionadas a ela. O nicho é muito grande, tudo vai depender da sua criatividade para montar um cronograma legal e atrativo para seus alunos.

Pode ter certeza que a aula de informática será muito bem aceita pelos alunos e até os pais. Se ficou alguma dúvida não deixe de compartilhar conosco, se você é professor e já ensina essa matéria na sua escola, conte o que ensina e como foi a experiência com os alunos.

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/diferentes-formas-de-abordar-a-informatica-em-sala-de-aula, em 08 de agosto de 2016.

7 filmes sobre a história da África para passar em aula

Fonte da imagem: pt.slideshare.net
Com toda certeza você já viu alguns filmes sobre a história dos Estados Unidos, saber a história desse país é muito comum, principalmente com os filmes que retratam as guerras, mas será que já viu algum filme sobre a história da África? O continente africano é muitas vezes deixado de lado, mas também tem uma grande importância histórica. Você precisa conhecer um pouco da história desse povo.
É por isso que vamos abordar aqui a história da África contada em filmes, dessa forma qualquer pessoa pode aprender um pouco sobre esse continente tão rico de tantas formas. Se é professor e pretende contar um pouco da história de outros países, não deixe de conferir essa lista, será mais fácil mostrar aos alunos a situação da África em um filme do que utilizar apenas as aulas expositivas.
Hotel Ruanda – Um filme de 2004 que retrata um pouco da história da África, o interessante é que a história é real. O enredo mostra um acontecimento histórico no país, Paul Rusesabagina foi o responsável por salvar a vida de 1.268 pessoas durante o genocídio de Ruanda em 1994. O filme se passa em Kigali, capital da Ruanda, nesse local existia um hotel muito famoso onde Paul Rusesabagina era gerente, por causa do ataque entre duas etnias, os hutu e tutsi, uma guerra começou e Paul começou a abrigar moradores da cidade no hotel.
O Último Rei da Escócia – O filme é baseado em fatos, mas é contada por um médico escocês fictício. Ele conta os acontecimentos de Uganda entre 1971 e 1979 quando o militar Idi Amin Dada se tornou ditador após um golpe de Estado.
Invictus – Esse é um dos filmes mais famosos da África, foi lançado em 2009. É baseada na história do livro Playing the Enemy: Nelson Mandela and the Game That Made a Nation e na conquista da Copa do Mundo de Rugby de 1995 pela Seleção Sul-Africana. Esse é um filme bem interessante, pois além de mostrar um pouco da história do país, também mostra um pouco da cultura e do esporte.
Diamante de Sangue – O filme conta a história dos diamantes que são extraídos em zonas de guerras africanas e vendidos para financiar conflitos. Ele é ambientado durante a Guerra Civil de Serra Leoa, o país está dilacerado pela luta entre partidários do governo e forças insurgentes. O filme é bem real com os fatos e mostra as atrocidades dessa guerra, como amputação de mãos de pessoas para desencorajá-los de votar nas próximas eleições.
A Sombra e a Escuridão – Um filme inspirado na história real dos incidentes de Tsavo, em 1898. Nessa época acontecia a disputa entre franceses, alemães e britânicos para tomarem posse do continente africano.
Um Grito de Liberdade – É um filme de drama situado no final de 1970, durante a era do apartheid da África do Sul. Baseado nos livros do jornalista Donald Woods , o filme mostra os acontecimentos da vida real envolvendo o ativista negro Steve Biko e seu amigo Donald Woods.
Zulu – O filme mostra a Batalha de Rorke’s Drift entre o exército britânico e o reino zulu em janeiro de 1879, durante a Guerra Anglo-Zulu.

Todos esses filmes retratam um pouco da história da África, os países africanos tem histórias únicas e acontecimentos que todos precisam saber, é muito importante saber um pouco sobre esses fatos. Alguns acontecimentos são bem recentes, outros já aconteceram há mais de um século, mas, mesmo assim, é muito importante conhecer essas histórias.
Se você é professor de história, não deixe de estudar a história africana, esses filmes vão ajudar a introduzir melhor o assunto. Pode ter certeza que seus alunos vão adorar saber um pouco mais desses acontecimentos. Se conhece mais filmes interessantes sobre a história da África não deixe de comentar aqui e indicar para outras pessoas.

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/7-filmes-sobre-a-historia-da-africa-para-passar-em-aula, em 08 de agosto de 2016.

11 vídeos que ensinam sobre uma alimentação saudável

Todos querem ter uma alimentação saudável, as pessoas estão mais preocupadas com esse assunto, elas querem ser saudáveis, praticar exercícios, mas é muito importante ter cuidado. Você precisa saber onde encontrar as informações, não pode sair acreditando em todo artigo que lê ou todo vídeo que assiste. É importante também ter sempre o acompanhamento de um nutricionista quando o objetivo é perder peso e fazer dieta.
Se o seu objetivo é apenas ter uma alimentação saudável sem fazer exageros na alimentação, a nossa dica é assistir os vídeos que vamos mostrar, eles ensinam sobre a alimentação saudável. Adquirir uma alimentação saudável é muito importante, você vai prevenir doenças e terá uma vida mais tranquila, se aliar com o exercício, o benefício será ainda maior.
O profissional de nutrição é responsável por auxiliar na refeição saudável, ele vai fazer uma avaliação e mudar sua rotina de alimentação. Este profissional vai mostrar quais alimentos você deve ingerir dependendo do seu objetivo e quais precisa evitar. Confira agora 11 vídeos que ensinam sobre alimentação saudável. Os vídeos são da nutricionista Izabele Coe, ela fala sobre vários assuntos relacionados ao assunto:
Os vídeos tratam de vários assuntos como, por exemplo, como começar a ter uma vida saudável, intestino preso e até sobre o açúcar que muitas pessoas têm dúvida. Esses assuntos são bem importantes e você precisa ficar por dentro se o seu interesse é ter uma alimentação saudável.
Você não pode acreditar em tudo o que escuta, assiste e lê por ai, veja se o que ficou sabendo é realmente verdade. Ter uma alimentação saudável é muito importante, mas você precisa saber como fazer isso para não perder massa muscular, ou deixe de ingerir nutrientes importantes para o corpo.
Converse com o nutricionista e peça auxílio na sua alimentação, mesmo assim vamos mostrar alguns alimentos que você deve comer e alguns que deve evitar:
Alimentos que deve ingerir: Azeite de oliva extra-virgem, iogurte, aveia, castanha-do-pará, pães integrais, cenoura, carne magra, verduras, peixe e frutas.
Alimentos que não deve ingerir: alimentos fritos, refrigerantes, molhos como ketchup e maionese, alimentos industrializados, biscoito recheado, caldos e temperos industrializados.
Fique atento a sua alimentação, sabemos que não é fácil manter uma alimentação saudável, é bem complicado ter uma alimentação balanceada, será um grande desafio para você no início, mas se você seguir as dicas dos vídeos e do seu nutricionista, vai obter sucesso.

Não deixe de compartilhar com os amigos esse artigo, provavelmente eles também estão na busca pela alimentação saudável. Se tiver alguma dúvida não deixe de comentar, nós podemos te ajudar, só não deixe de procurar um especialista para acompanhar todo o seu processo.

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/11-videos-que-ensinam-sobre-uma-alimentacao-saudavel em 08 de agosto de 2016.

Como trabalhar a leitura digital em sala de aula?

Hoje em dia, com o mundo cada vez mais “virtual”, torna-se cada vez mais difícil a tarefa de incentivar o prazer da leitura. O jeito são os professores aderirem a recursos tecnológicos para, assim, estimular o interesse dos alunos.
Veja 9 ideias para trabalhar a leitura digital na sala de aula.
O site Porvir indica o livro virtual “Práticas de Leitura Digital em Sala de Aula”, com relatos de experiências de professores brasileiros do ensino fundamental. Na obra, eles contam como conseguiram que os jovens se interessassem mais pelos livros, mesmo sendo virtuais.

Livro sobre leitura digital
Esse livro, “Práticas de Leitura Digital em Sala de Aula”, foi idealizado pela start-up Guten depois de descobrir que muitos professores querem sim inovar seus métodos de ensino, mas ainda não sabem como fazê-lo. Muitas vezes, ele se sente solitário nessa busca, mas com o compartilhamento de informações e resultados positivos, os educadores se sentem mais à vontade para tentar.
Por meio da plataforma Edmodo, a start-up conectou professores do Brasil inteiro que relataram e dividiram suas experiências com o mundo digital. Um ponto importante a ser levantado é que eles não só aplicaram suas ideias, mas se prepararam mesmo. Os educadores traçaram o perfil de leitura de seus alunos para saber qual o conhecimento que já tinham sobre o assunto, e compararam com a aula que eles davam. Desse modo, chegavam a um método ou a uma atividade mais condizente ao que seus estudantes necessitavam.
Como trabalhar a leitura digital em sala de aula?
Confira as experiências disponíveis no livro virtual “Práticas de Leitura Digital em Sala de Aula” e coloque-as em prática:
Animação em vídeo
A professora Cristina Van Opstal, do 5º ano da rede municipal de Santos, decidiu juntar o interesse dos alunos por vídeos ao problema de convivência entre eles. Pensando nisso, ela incentivou a produção de animações com o tema da gentileza.
Aplicativos online
Já a professora Marcia Prioli, do 6º ano de uma escola particular do ABC Paulista, ao descobrir que seus alunos nunca tinham lido um livro digital, estimulou a leitura a análise de textos de aventura com a ajuda de vários recursos e aplicativos online.

Ferramentas de pesquisa
Quando a professora Andréa Ijano descobriu que seus alunos do 5º ano faziam muitas buscas na internet, mas nem sempre usavam fontes confiáveis, ela decidiu criar um plano de aula para que eles pudessem aprender como selecionar informações e trabalhar com ferramentas de pesquisa.
Produção colaborativa no Google Drive
Já usou o Google Drive? A professora Vanessa Bolina, do 9º ano de uma escola particular de Sorocaba, utilizou essa prática ferramenta do Google para estimular a escrita coletiva e colaborativa de textos.
Criação de propagandas
Emília Mendes, professora do 6º ano em São Paulo, desenvolveu uma aula em que a turma fez análise de discursos publicitários e criou slogan para produtos com o aplicativo Pic Collage.
Resumos com mapas mentais
A professora Ester Schmidt, de uma escola particular em Belo Horizonte, usou um método mais complexo, mas não menos efetivo. Ela ensinou aos alunos dos 6º e 7º anos como fazer resumos com usando uma linguagem mais inovadora, isso tudo por meio da construção de mapas mentais.
Conteúdos jornalísticos
O professor de artes visuais em uma escola de São Paulo, Diego Cuesta levou a prática para a sala de aula ao transformá-la em uma redação de jornal. Os alunos produziram vários tipos de conteúdos jornalísticos e puderam saber de onde vem a notícia e como ela chega ao produto final, ou seja, a publicação.
Mais informação
Ainda usando textos jornalísticos como inspiração, os alunos do 5º ano da professora Claudia Munn, em uma escola particular de São Paulo, trabalharam a leitura desses textos com o aplicativo Guten News associado ao livro didático.
Ferramenta coletiva Wiki
Já em Valinhos, no interior de São Paulo, a professora Josane Batalha, do 5º ano, usou a ferramenta coletiva Wiki para discutir conceitos de energia e sustentabilidade com seus alunos. Com atividades de leitura e reflexão, eles fizeram questionamentos sobre os cuidados com o meio ambiente.
Contos e memes
A professora de redação Ana Flávia Forti, do 6º ano, trabalhou contos e um outro recurso muito utilizado por jovens atualmente, os memes. Desse modo, ela desenvolveu produção de textos eles: à partir da leitura de contos, eles deveriam escolher frases para uma determinada imagem, ou meme.

Desenvolver a leitura digital em sala de aula não precisa ser tão difícil. Com essas ideias em mente, você pode criar o seu método e revolucionar sua turma. Experimente.

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/9-ideias-para-trabalhar-leitura-digital-na-sala-de-aula em 08 de agosto de 2016.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Por que usar lousa interativa na sala de aula

canaldoensino.com.br
tecnologia tem causado uma grande mudança no mundo como um todo. Além das relações interpessoais, ela também influencia na forma como professores e alunos ensinam e aprendem. Dessa forma, seu uso é fundamental em sala de aula.
Computadores, tablets, notebooks, sites, aplicativos e smartphones têm sido cada vez mais utilizados no ambiente escolar para incentivar a leitura, pesquisas, entre outros. No entanto, quem tem se destacado são as lousas interativas, ligadas a um computador e a um projetor multimídia. Atualmente, com o avanço tecnológico, diversos modelos de lousa já incorporam esses itens.
É possível utilizá-la com os dedos ou com uma caneta especial. O seu uso, aliás, se assemelha ao de um smartphone touch. E é justamente por essa facilidade que ela tem sido cada vez mais utilizada. Confira abaixo as principais vantagens desse tipo de lousa:
É uma lousa comum. Dessa forma, é possível escrever, grifar e fazer anotações nas imagens e nos textos;
Aposta em interatividade. Ela permite que os alunos e professores interajam com os mais diversos elementos, por meio de gráficos, imagens, filmes, vídeos, músicas e animações. Os recursos visuais tem um alto poder de ensinamento. Além disso, é possível e recomendado que os professores incentivem os alunos a utilizarem a lousa, a fim de potencializar o aprendizado;
Desempenha as funções de um computador. Ela atua como um computador, mas sem a necessidade de mexer nele. Basta tocar na lousa para ter acesso a uma infinidade de assuntos e elementos;
Utiliza a internet como uma de suas principais ferramentas. Essa nova prática pedagógica atrai mais a atenção dos alunos, já que utiliza novas ferramentas interativas. Ou seja, ela transforma a aula e os materiais didáticos, antes considerados chatos, em itens interessantes. Os alunos podem pesquisar em tempo real as suas dúvidas e o professor pode expor exemplos mais interativos, o que facilita o entendimento e o aprendizado;
Permite a utilização de uma aula pré-montada. Para os professores, uma das grandes vantagens é o fato de que é possível levar a aula pronta, com a matéria a ponto de ser exposta. Dessa forma, ganha-se tempo, já que os professores não precisam escrever no quadro negro e nem perder minutos preciosos apagando a lousa;
Facilidade em salvar e modificar. Apesar de a maioria das aulas serem “pré-montadas”, elas podem ser alteradas durante a aula, ou seja, em tempo real. Além disso, os materiais podem ser salvos e utilizados durante todo o ano;
Permite compartilhamento. É possível compartilhar as aulas e materiais apresentados a fim de incentivar os alunos a estudarem mais. As crianças de hoje em dia estão totalmente ligadas a tecnologia, por isso, segundo especialistas, ao receberem o material passado em aula, a tendência é que eles se sintam com mais vontade de aprender, já que acharam divertido o ensinamento interativo;
E você, já utilizou uma lousa interativa? Conte para nós a sua experiência!

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/por-que-usar-lousa-interativa-na-sala-de-aula em 24 de junho de 2016.
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